AS MULLERES SAÍMOS Á RÚA
Posted in Accións, Audiovisual on abril 12th, 2010
28 de novembro from o feminismo esta a pasar on Vimeo.
8 de março (1910-2010): Imos queimar a Conferencia Episcopal!!
Posted in Accións on abril 10th, 2010O passado sábado 6 de março um grupo de umhas 60 mulheres organizadas em diverssos grupos ao longo da geografía do país (assim como individualidades) participamos numha macro-pintada na avenida de lugo compostelá. Com o lema “Imos queimar a Conferencia Episcopal por machista e patriarcal” demos começo a umha campanha de visivilizaçom e protesta ante a opressom ejercida pola Igreja Católica sobre os nossos corpos e vidas, assim como pola súa colonizaçom dos cartos e espaços públicos.
NÓS PARIMOS, NÓS DECIDIMOS!
Posted in Audiovisual on febreiro 13th, 2010
NÓS PARIMOS, NÓS DECIDIMOS! from raquel rei on Vimeo.
Acçom feminista o 23 de Maio de 2009 em Santiago de Compostela.
Detras do direito ou nom ao aborto, oculta-se o direito ou nom de decisom das mulheres sobre o nosso corpo, sobre a nossa sexualidade e sobre a nossa vida. Decidir abortar é sem dúvida umha decisom importante, mas é umha decisom que as mulhres devemos tomar livremente e nunca condicionadas polas mentiras de ninguém.
Detras das campanhas pro-vida, oculta-se a imposiçom cínica duns valores que lonxe de defender a vida, a liberdade e os direitos das pessoas nom fai mais que nega-los. Obrígam-nos a um debate ficticio quando o que pretendem é imponher o seu discurso retrógrado e a sua ideologia autoritária, pretendem suprimir os mínimos direitos conseguidos polo movimento feminista, proivindo o direito a pensar distinto.
Nom podemos permitir que os satélites da Igreja Católica e da sua mafia, o OPUS DEI, ataquem a nossa integridade como mulheres, temos que fazer-nos ouvir, devemos protestar, organizar-nos e luitar polos nossos direitos!!
AVANTE A LUITA FEMINISTA!
Manifesto para à insurreiçom TransFeminista
Posted in A debate. on xaneiro 29th, 2010Vimos do feminismo radical, somos as bolheras, as putas, xs trans, as migrantes, as negras, as hetero-dissidentes….somos a raiva da revoluçom feminista, e queremos amossar os dentes; sairmos dos gabinetes do gênero e das políticas correctas, e sermos guiadas polo nosso desejo sendo politicamente incorrectas, amolando, repensando e resignificando as nossas mutaçons. Já nom vale com sermos só mulheres. O sujeito político do feminismo “mulheres” ficou pequeno, é exluínte por sim próprio, deixa fora às bolheras, às/aos trans, às putas, às do véu, às que ganham pouco e nom vam à úni, às que berram, às sem-papéis, às marikas…
Dinamitemos o binómio gênero e sexo como prática política. Sigamos o caminho que começamos, “nom se nasce mulher, chega-se a sê-lo”, continuemos a desenmascarar as estruturas de poder, a divisom e ierarquizaçom. Se nom aprendemos que a diferença homem mulher, é umha produçom cultural, ao igual que o é a estrutura ierárquica que nos oprime, reforçaremos a estrutura que nos tiraniza: as fronteiras homem/mulher. Todas as pessoas produzimos gênero, produzamos liberdade. Argumentemos com infinitos gêneros…
Chamamos à reinvençom desde o desejo, à luita com os nossos corpos ante qualquer regimem totalitário. Os nossos corpos som nossos!, ao igual que o som os seus límites, mutaçons, cores e transacçons. Nom precissmaos protecçom entorno às decisons que tomamos nos nossos corpos, transmutamos de gênero, somos o que nos peta, travestis, bolhos, superfem, butch, putas, trans, levamos véu e falamos wolof, somos rede: manada furiosa.
Chamamos à insurreiçom, à ocupaçom das ruas, dos blogues, à desobediência, a nom pedir permissom, a gerar alianças e estruturas próprias: nom nos defendamos, façamo-nos temíveis!
Somos umha realidade, operamos em diferentes cidades e contextos, estamos conectadxs, temos objectivos comuns e já nom nos calades. O feminismo será transfronteiriço, transformador, transgênero ou nom será, o feminismo será TransFeminista ou nom será…
Keremos-vos


























































